Foto: Barcos, concelho de Tabuaço
quarta-feira, 31 de março de 2010
Provocante!
Foto: Barcos, concelho de Tabuaço
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Provocante!
Cor e mais cor, na povoação de Barcos.
Junto a este exemplar, a mulher de vermelho passaria despercebida…
Rafael Carvalho / Mar2010
domingo, 28 de março de 2010
Casa da Colegeada - Barcos
quinta-feira, 25 de março de 2010
Casa em Barcos - Tabuaço (II)
Foto: Barcos, Tabuaço.
À esquerda, uma nova perspectiva da casa do meu último post.
Rafael Carvalho / Mar2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Casa em Barcos - Tabuaço
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Continuando por Barcos, segue mais uma imagem. Imagem D’Ouro, entenda-se!
Alegra-me a alvenaria de pedra com que a casa foi construída - granito nas molduras; xisto no enchimento.
A casa foi reconstruída respeitando os materiais originais, e aí estão as caixilharias de madeira com as suas vivas cores.
Também me alegram os postigos envidraçados das portas do R/C - antiga loja, bem como o singelo beiral de telha marsella.
Rafael Carvalho / Mar2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Preto, branco e vermelho – excelente contraste cromático.
terça-feira, 16 de março de 2010
Janelas verdes em fundo branco
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O presente post inaugura uma série dedicada a Barcos, Aldeia Vinhateira do Concelho de Tabuaço.
Do branco imaculado com que a casa foi pintada, destaca-se o verde das suas janelas. Lembra quem passa que o contraste cromático é uma das mais belas características da Arquitectura D’Ouro.
Rafael Carvalho / Mar2010
sábado, 13 de março de 2010
Aldraba em Melres
Rafael Carvalho / Mar2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Casa em Melres - Gondomar
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A casa da imagem localiza-se na marginal do Douro, na estrada que liga a cidade do Porto a Entre-os-Rios.
Se sempre foi para mim um prazer por ela passar, maior gozo tive desta vez que pela primeira vez parei para a contemplar.
O dito espécime distribui-se ao longo de três pisos, o que não acontece por acaso. O vale do Douro em território nacional origina quase sempre grandes declives obrigando à implantação de diversos andares. Repare-se que nas traseiras deste lar o telhado está praticamente ao nível do terreno.
Se o terceiro piso, relativamente à estrada principal, é nitidamente de habitação, o primeiro é de armazém, constituindo o que no Norte é designado por loja.
Este belo exemplar da arquitectura popular duriense encanta também pelo enquadramento que consegue criar. O terreno circundante à casa é protegido do espaço exterior por um muro lavrado em xisto, litologia da região. Na fotografia acima exposta é visível um portão em ferro que dá acesso ao terreno e às traseiras da casa. O portão é recoberto pelo próprio muro, como é muito frequente na região, o que acentua o sentimento de posse e pertença do proprietário. No seio do xistoso muro, num nicho gradeado executado em granito, vê-se um crucifixo, objecto de culto frequente nas nossas aldeias. Bem próximo do nicho uma florida trepadeira alegra todo o conjunto com as suas flores coloridas.
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Voltando ao edifício principal, foi construído em pedra, posteriormente rebocado. Do reboco salvaram-se as molduras das portas e janelas, lavradas em bom granito ou mesmo em ardósia, como é visível na fotografia abaixo exposta.
Rafael Carvalho / Mar2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Tabique anil na Folgosa
Foto: Folgosa, Armamar
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Em pleno Alto-Douro Vinhateiro, Património da Humanidade, mire-se a fotografia e aprecie-se o conjunto. Personagem principal, qual pavão exibindo as suas cores, à esquerda da imagem um belo exemplar da arquitectura tradicional alto-duriense. Rua abaixo em direcção ao Douro seguem-se outros, infelizmente não em tão bom estado de conservação. Em frente ao colorido espécime, um muro, como tantos os outros que ladeiam os caminhos em tantas outras povoações vizinhas. Por cima do muro espreita uma oliveira, árvore rainha na região por parir um dos melhores azeites do mundo.
Ao fundo da fotografia, já na outra margem, deslumbra-se a aldeia de Covelinhas.
Bela imagem esta, do Douro que eu tanto prezo.
Rafael Carvalho / Mar2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Muro vivo em Balteiro
Foto: Balteiro / Armamar
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Construído em xisto com um original remate no topo, o muro da imagem localiza-se numa encosta sobranceira ao Douro, em Balteiro, povoação do concelho de Armamar. Observar um muro de pedra sempre foi, para mim, fonte de um enorme prazer. Desde logo porque, quando usa os recursos da própria região, se enquadra perfeitamente na paisagem. Outro grande motivo prende-se com o facto destes muros conterem espaços livres e interstícios ideais para a flora e fauna selvagens. Cobertos de musgo e fetos acolhem um mundo em miniatura: gastrópodes, aranhas e vespas, líquenes de diversas cores, osgas, cobras e lagartos…, mas também mamíferos como o musaranho ou mesmo o simpático ouriço-cacheiro.
Rafael Carvalho / Mar2010
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