Rafael Carvalho / Mai2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Velha aldraba em casa nova...
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Aveiro -Azulejos de 48 prédios têm salvaguarda máxima
"A Carta de Risco do património azulejar aveirense aponta como prioridade máxima a salvaguarda de azulejos de 48 edifícios de Aveiro. O documento faz parte do Banco do Azulejo de Aveiro que em duas décadas de existência possui já 5000 peças registadas.
Os azulejos de todos os edifícios de Arte Nova assim como os murais de autoria de Vasco Branco e Cândido Teles existentes em alguns pontos centrais da cidade de Aveiro, integram os 48 edifícios que a Carta de Risco do Banco do Azulejo de Aveiro aponta como prioridade máxima para a sua salvaguarda. Entre eles está também o painel de azulejos das "Quatro Estações", existente no prédio da rua Manuel Firmino, a primeira fachada classificada da cidade de Aveiro.
Como prioridade média para a salvaguarda do património azulejar, a Carta de Risco do Banco do Azulejo de Aveiro identificou 232 edifícios desde o prédio onde esteve localizada a Assembleia Distrital na rua do Carmo, considerada a primeira casa em Aveiro a ter uma fachada de azulejo até aos prédios onde estão a Ourivesaria e o Oculista Vieira, perto da Biblioteca Municipal.
A Carta de Risco do património azulejar envolve todo o centro histórico da cidade aveirense e ainda as zonas da Beira-Mar, Alboi, Avenida dr. Lourenço Peixinho, Estação da CP, rua Cândido dos Reis e rua do Gravito e foi elaborada para se conhecer mo estado em que se encontram as fachadas dos edifícios que possuem azulejo.
O Banco do Azulejo de Aveiro, que existe desde 2005, foi recentemente distinguido com o prémio "Boas Práticas SOS Azulejo", um galardão instituído pela Polícia Judiciária para premiar o esforço dos municípios na salvaguarda do património azulejar e é considerado o único existente no país com a característica de salvaguarda e apoio técnico aos proprietários que têm fachadas azulejadas para a conservação e restauro dos azulejos. Muitas das vezes são doados azulejos desde que existam na reserva municipal.
A vereadora da Cultura, Maria da Luz Nolasco, disse, ao JN, que o Banco do Azulejo, que existe desde 2005 "é a única forma que temos de preservar um documento e um testemunho que marca um época de materiais de revestimento com uma grande tradição em Aveiro". "É fazer a história da construção e arquitectura em Aveiro", referiu.
O Banco do Azulejo tem hoje registados mais de cinco mil azulejos provenientes de demolições que têm sido efectuadas na cidade, A ultima foi há poucas semanas - e foram preservadas 500 peças azulejares de um edifício da rua do Gravito. Trata-se de azulejos de exteriores que foram aplicados no interior da casa.
A peça de azulejo mais antiga que se encontra no Banco do Azulejo de Aveiro, que possui instalações de armazenamento nos Armazéns Gerais da Câmara de Aveiro, na zona Industrial de Taboeira, data do séc. XVI e é da Capela de Nª. Sª. da Aleluia."
JESUS ZING
JN - 19 de Abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Janela em Porto Manso
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Arquitectura vernácula de Porto Manso
Foto: Porto Manso – Baião
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O exemplar da imagem localiza-se em Porto Manso, povoação ribeirinha localizada bem perto da Pala, lugar a que aludi no meu penúltimo post.
Trata-se de mais um hino à arquitectura de tabique, método construtivo presente em muitos dos exemplares arquitectónicos que aqui tenho apresentado.
Curioso é o desnível existente entre os diversos andares, para o qual não consigo encontrar explicação!...
Rafael Carvalho / Abr2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
TSF – “Do património rural às paisagens culturais”
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“…os Encontros com o Património descem à terra e saúdam o Património Rural e as paisagens culturais que se estendem pelo país. No debate participam Gonçalo Couceiro, Director do Igespar, o arquitecto José Aguiar, presidente do Ícomos de Portugal, o investigador Joaquim Pais de Brito, Director do Museu Nacional de Etnologia, e José Manuel Simões, professor catedrático e investigador do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.”
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Dedicado ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, e emitido no dia 18 de Janeiro de 2010, eis as palavras de apresentação do programa TSF “Encontros com o património”.
Contribuir para que as populações em geral desenvolvam uma consciência de que o património associado aos trabalhos rurais é um factor que contribui para o desenvolvimento sustentável foi uma das preocupações inerentes à escolha deste tema.
Com a duração de 42 minutos, o programa completo poderá ser escutado na íntegra aqui.
Rafael Carvalho / Jan2009
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ouro na Pala
Foto: Pala, Baião
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Seguindo Douro acima, abandonando o Douro Atlântico em direcção ao Mediterrânico, deparamo-nos a dado momento com a Pala, bela povoação Ribeirinha do conselho de Baião. O Douro e as suas águas dominam a paisagem.
Por aqui ainda sobrevivem alguns belos exemplares da arquitectura vernácula duriense. Andares em ressalto sobre o R/C, tabiques e mais tabiques, não sei porém durante quanto mais tempo.
Como se de uma nuvem ardente se tratasse, também por aqui a globalização niveladora tudo arrasta na frente.
O exemplar arquitectónico da imagem é dos mais fascinantes na região. Agrada-me nele a diversidade cromática e os omnipresentes soletos de ardósia. Agrada-me nele a varanda envidraçada, suspensa nos barrotes do soalho do R/C. Encantam-me as escoras metálicas que contribuem para o equilíbrio gravítico.
Esta jóia está à venda. Temo pelo seu futuro, quando sei que muitos facilmente deitam o ouro fora trocando-o por pechisbeque.
Rafael Carvalho / Abr2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Café Portugal
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Iniciativas, lugares, paisagens, prazeres de viagem e de passeio, …
… tudo o que Portugal tem genuinamente de melhor!
A partir desta data a página “Café Portugal” passa a constar na minha lista de hiperligações.
Aceda a “Café Portugal ” clicando em http://www.cafeportugal.net/ .
Rafael Carvalho / Abr2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Casa Branca de Gramido
Foto: Gramido, Gondomar
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CASA BRANCA DO GRAMIDO - Aqui foi assinada, em Junho de 1847, a Convenção de Gramido, que pôs fim à "revolução da Maria da Fonte".
Sobranceira ao rio Douro, na sua margem Norte, a Casa Branca do Gramido foi reconstruída no âmbito do projecto POLIS. A reconstrução respeitou o precedente.
Propriedade da Câmara Municipal de Gondomar, distribuído pelos três pisos conta com uma sala de exposições, um núcleo documental, uma sala de conferências, um bar/cafetaria e um espaço polivalente.
Envolta num espaço requalificado, saiu-lhe a sorte grande! Foi-lhe dada, e bem, uma segunda oportunidade!...
Rafael Carvalho / Abr2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Casa em Rio Mau
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A casa da imagem facilmente encanta o observador mais sensível a estas coisas da arquitectura tradicional.
Na imaculada fachada rasgam-se cinco janelas, todas de guilhotina, recobertas por curiosas padieiras em arco.

A porta-carral (também ela rasga a fachada), coroa todo o conjunto com o seu verde distinto. A cruz que a remata lembra quem passa as raízes cristãs, que não devem ser esquecidas. A padieira da porta-carral surge alinhada com as soleiras das janelas, excepção feita para a janela de menores dimensões que se lhe sobrepõe, fazendo adivinhar um ressalto no soalho interior, permitindo desta forma a passagem de veículos, originalmente de tracção animal, de maiores dimensões.
O banco em sólido granito que ladeia a porta-carral celebra o descanso, quase extinto nos agitados dias de hoje. Por cima do banco uma frecha, provavelmente a única fonte de luz que guarnece a loja dos animais.
O rodapé cinzento suaviza a transição entre a frontaria e o chão calcetado, passando mesmo despercebido ao observador mais incauto.
Não ficaria completa a descrição se não fosse feita referência ao largo que emoldura, enquadra e valoriza este belo exemplar da tão mal compreendida arquitectura popular.
Rafael Carvalho / Abr2010
sábado, 3 de abril de 2010
Barcos – a aldeia onde sorri o sisudo granito!...
Rafael Carvalho / Abr2010
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