sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aldeia Histórica de Marialva

Foto: Marialva – concelho da Mêda
+ Sob um céu azul, inauguro hoje uma série de posts dedicados a Marialva, Aldeia Histórica do Norte Interior do país. O Programa de Recuperação das Aldeias Históricas de Portugal é uma das intervenções mais emblemáticas no património rural do interior do país. Este programa veio mostrar que há lugar no nosso país para uma política activa de qualificação do "urbanismo rural", recuperando as aldeias enquanto conjuntos simbólicos e materiais, através da valorização dos seus edifícios, dos seus monumentos, das suas praças e largos.
Rafael Carvalho / Fev2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Gravuras Paleolíticas da Ribeira dos Piscos - Centro de recepção aos visitantes

Fotos: Muxagata - Vila Nova de Foz Côa
+ As imagens dizem respeito ao centro de recepção aos visitantes das gravuras Paleolíticas da Ribeira dos Piscos / Muxagata – Vila Nova de Foz Côa. As gravuras são património. Também património constituem os diversos exemplares da arquitectura vernácula da região. Quando à preservação do património se soma a preservação do património, temos ouro sobre azul. Já noutras ocasiões aludi a situações análogas, com centros interpretativos instalados em construções vernáculas. É o caso do Santuário de Panóias e do Centro Interpretativo do Castelo de Numão ou mesmo do edifício da Fundação Lapa do Lobo.
Relativamente ao edifício das imagens, saliento a sua preservação. O edifício é prenhe de cor, como é frequente em muitas regiões do vale do Douro e seus afluentes, Côa no caso.
Rafael Carvalho / Fev2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Muro de Pedra no vale do Côa

Foto: Vila Nova de Foz Côa + Aquando da minha visita ao Museu do Côa, no Verão passado, fotografei o muro da imagem. Achei na altura curioso o método construtivo, com os esteios de pedra na sua maioria dispostos perpendicularmente ao caminho.
Rafael Carvalho / Jan2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Espigueiro(ão) em Lagares

Foto: Lagares - Penafiel
+ Ligado à arquitectura de produção, o espigueiro da imagem encantou-me. Qualquer espigueiro aliás me encanta. Este contudo tocou-me de uma forma muito especial: - é grande, e a dimensão também conta para o deslumbramento; - interage com o domínio público e então isso deixou-me extasiado. Soluções como a da imagem eram frequentes na nossa arquitectura de cariz popular. Propriedade privada sobre a pública – algo impensável nos dias de hoje. Não sei se será o caso mas, “pórticos” como este, eram muitas vezes erguidos para unificar a mesma propriedade que confrontava com ambas as margens da via pública.
Rafael Carvalho / Jan2010

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Casa em Lagares

Foto: Lagares - Penafiel
+ No presente post decidi mostrar com maior pormenor a fachada de uma das casas do meu post anterior. Diria que estamos perante uma doce casa-fortaleza, como tantas outras representantes da arquitectura vernácula na zona. Não conheço o espaço interior. Porém, a adivinhar pelas invariantes regionais, certamente o portão dará para um pátio interior, possivelmente coberto por uma simpática ramada de videira.
Rafael Carvalho / Jan2010

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Chaminés altaneiras em Lagares

Foto: Lagares - Penafiel
+ A região de Penafiel é rica na sua arquitectura de cariz popular. Casa-bloco, casa de pátio fechado, … os exemplares abundam. Curiosas são as chaminés que rivalizam umas com as outras em altura. No norte do país não conheço caso igual.
Rafael Carvalho / Jan2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

Projecto meia-cana / Aldeia da Luz

Imagem obtida em http://www.meiacana.org + Aldeia da Luz - Região do Baixo Alentejo
Rafael Carvalho / Jan2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Videira em Fráguas

Foto: Fráguas – Vila Nova de Paiva
+ Após as Festas de fim de ano, regresso a Fráguas. A fotografia da imagem foi obtida na Primavera passada, como se pode deduzir da farta folhagem. A arquitectura popular sempre conviveu bem com a verdura, coisa rara nos dias de hoje. As ramadas contribuem para a climatização dos edifícios, algo que a “actual” arquitectura bioclimática tenta recuperar. Para além da sombra, a evapotranspiração também contribui para no Verão baixar a temperatura. A ramada no Inverno não constitui qualquer obstáculo à radiação solar, uma vez que a videira é de folha caduca.
Rafael Carvalho / Jan2010