sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tesouros do Artesanato Português - Qualidade a preço de saldo…

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5€/volume na Livraria Bertrand
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• Vol. I - Madeiras e Fibras Vegetais - Incide sobretudo nos trabalhos em madeira. O texto de Teresa Perdigão mistura a investigação sobre as várias formas e práticas do artesanato com a história e as histórias dos artesãos, os locais onde trabalham, etc.. E temos desde as bonecas em madeira pintada da Ti Guilhermina, de Vila Flor, Bragança, às violas de José Augusto Cobão, da Ilha Terceira, ou de Carlos Jorge Rodrigues, do Funchal, as gaitas de foles de Ângelo Arribas, os violinos e violoncelos de fama mundial do Mestre Capela, de Espinho (Rostropovich encomendou-lhe um), e por aí fora, de móveis a máscaras, barcos, objectos em verga, palhinha etc.. As belíssimas fotografias que acompanham o texto são da autoria de Nuno Calvet.
• Vol. II – Têxteis - Totalmente dedicado aos têxteis, sob esta designação geral se incluindo a Tecelagem da lã, do algodão e da seda; os Bordados, as Rendas e ainda Outras Costuras, de inegável interesse etnográfico mas de difícil inclusão em qualquer das designações tradicionais.
• Vol. III - Olaria e Cerâmica - Dedicado a uma das formas mais do gosto dos portugueses: a olaria. Aqui se trata de todas as formas de tratamento do barro ainda em fabrico pelas nossas vilas e aldeias. A autora dividiu o volume em duas grandes partes: a olaria propriamente dita e a modelação. A primeira parte abrange os trabalhos em barro vermelho de artesãos instalados por todo o país, desde Guimarães a Reguengos de Monsaraz e a Vila Franca do Campo, nos Açores; e os trabalhos em barro preto de Bizalhães a Molelos. Na segunda parte, dedicada à modelação, tomam lugar cimeiro, como seria natural, Barcelos e Estremoz, mas sem esquecer os outros centros de produção de modelação pintada, e ainda modelação em barro branco (das Caldas da Rainha) e em barro preto (de Mangualde).São quase 200 páginas de um encanto para os olhos e nas quais o leitor interessado muito aprende desta arte secular entre nós e que vai passando de geração em geração sem dar mostras de se extinguir. Como afirma a autora no prefácio: «a olaria renova-se e transforma-se. O figurado valoriza-se. Uma nova geração de oleiros ceramistas e barristas sucede àquela que conheceu antigos processos de trabalho e antigos modos de aprendizagem».
• Vol IV - Papel, marfim, pedra e metais - Os artesãos que apresentam os seus trabalhos nesta obra foram escolhidos pela excelência do trabalho, a capacidade de inovar e os prémios recebidos em concursos na área das artes tradicionais.
Rafael Carvalho / Ago2011

2 comentários:

AC disse...

Muito interessante! Obrigada pela dica, conheço uns poucos amigos que irão gostar de saber.
Beijinhos

Rafael Carvalho disse...

AC,
as oportunidades não se devem perder ;)!
Cumprimentos.